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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Os 300 de Esparta


Há uns quatro anos, mais ou menos, li um livro chamado “Portões de Fogo”, escrito por Steven Pressfield, no qual é relatada, de forma romanceada, a famosa Batalha de Termópila, onde trezendos guerreiros espartanos liderados pelo rei Leônidas conseguiram segurar no desfiladeiro de Termópila, por sete dias, mais de dois milhões de combatentes do império persa. Tempo suficiente para o exército grego se reorganizar e repelir a invasão do rei Xerxes em 480 a.C.:
A história é contada sob a perspectiva de um dos guerreiros espartanos que fora capturado pelos persas, como se ele estivesse sendo inquirido pelo próprio Xerxes. O qual, questionado acerca do Rei Leônidas (comandante do exército espartano), responde o seguinte:
“Vou dizer a vossa Majestade o que é um rei. Um rei não enfrenta o perigo dentro de uma tenda, enquanto seus homens sangram e morrem no campo de batalha. Um rei não janta enquanto seus homens passam fome, nem dorme quando eles estão vigiando sobre o muro. Um rei não exige a lealdade de seus homens através do medo nem a compra com ouro; ele ganha o seu amor com o próprio suor e os sofrimentos que padece em nome deles. O que significa o fardo mais penoso: o rei é o primeiro a se levantar e o último a cair. Um rei não exige o serviço daqueles que ele lidera, mas o fornece a eles. Ele os serve, não o contrário.”
Há alguns anos atrás, o roteirista Frank Miller reproduziu essa história em quadrinhos maravilhosos. Agora, finalmente, alguém (Zack Snyder) teve a brilhante idéia de lançar um filme baseado no roteiro de Miller. Será lançado em março e compensa uma ida ao cinema para vê-lo.

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